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Renato Gaúcho rebate pressão e declara desafio no Vasco agora

Renato reage em meio a pressão: “Se eu fosse covarde, nem teria vindo para o Vasco”.

A pressão em torno do treinador do Vasco da Gama, Renato Gaúcho, foi aliviada por um pouco, mesmo diante de uma situação delicada, após a equipe cruzmaltina ter confirmado a segunda colocação do Grupo G da Copa Sul-Americana, com uma goleada por 3 a 0 sobre o Barracas Central, da Argentina.

O Vasco, com um futebol convincente em campo, conseguiu fazer valer o fator casa em São Januário, onde enfrentou o rival argentino. Com o resultado, o time garantiu a vaga nos playoffs da competição continental e encerrou a fase de grupos com uma partida a menos. Mas, infelizmente, não foi o suficiente para liderar a chave, que ficou com o Olimpia, que também avançou diretamente às oitavas de final. Com a derrota na última rodada, o Vasco terá que disputar uma fase adicional contra um dos terceiros colocados oriundos da fase de grupos da Libertadores, em busca da classificação ao mata-mata principal.

Em meio à pressão e críticas da torcida após a derrota para o Bragantino, Renato Gaúcho reagiu de forma direta e objetiva. Ao ser questionado sobre sua permanência no cargo, respondeu de forma categórica: “Coisa que nunca fui e nem vou ser é covarde. Bem pelo contrário. Se eu fosse covarde, nem teria vindo para o Vasco”. O treinador aproveitou a oportunidade para também esclarecer a situação de sua saúde, após se ausentar do banco de reservas durante o jogo da última rodada: “Pode ter certeza que sou sujeito homem em todos os aspectos e situações. Não é por que deixei lá, estou com coisa na garganta, abaixo de remédio. Hoje mesmo estão vendo como estou. Hoje ganhando de 3 a 0, o Gabeira foi para a beira do campo para eu poupar a garganta e o médico me deu remédio”, afirmou.

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